De acordo com a 19a Edição do Relatório Web Shoppers publicado pela e-bit, as mulheres já representam 51% dos que compram pela internet brasileira.

Segundo dados da pesquisa global The Female Web, conduzida pelo The Future Laboratory, divulgada pelo portal internacional de tendências de consumo, LS:N Global (Life Style: News Global), o qual é representado no Brasil pela Voltage, as são mulheres responsáveis por 63% das compras on-line nos Estados Unidos. O estudo reflete sobre o domínio das mulheres na web e as influências dessa postura no cenário on-line, inclusive na reação dos anunciantes ao adotarem procedimentos de divulgação e comercialização de marcas, produtos e serviços.

No Brasil esses números não são diferentes. Os empresários brasileiros estão percebendo a adesão feminina ao comércio eletrônico e a influência que as mulheres possuem sobre os homens na hora da finalização de uma compra. Através desses dados as lojas virtuais estão focando seu planejamento de marketing no público feminino, criando maneiras das mulheres se sentirem familiarizadas com o hábito de fazerem compras, uma de suas práticas preferidas, só que no universo da web.

O estudo destaca ainda que as mulheres continuam sendo as principais consumidoras do mercado e, estão comprando mais pela internet, principalmente pela discrição e entrega a domicílio. Além disso, a mulher busca a satisfação pessoal, com pequenos luxos como sapatos, perfumes, cosméticos e acessórios. “A mulher é a grande força do consumo mundial, até mesmo em consumo tipicamente masculino, como carros”, comenta Carlos Ferreirinha, diretor-presidente da MCF Consultoria e Conhecimento.

saiba mais





As vendas de natal pelo comércio eletrônico desse ano estão prometendo um crescimento de 25% em relação ao mesmo período do ano passado. Essa expectativa é motivada pelos fatos já ocorridos no primeiro semestre, onde as vendas registraram um aumento de 27% em relação a 2008 e o tíquete médio chegou ao valor recorde de R$ 323,00 por compra.

O brasileiro se acostumou com o comércio eletrônico, 59% dos 2 milhões de novos e-consumidores que experimentaram das vantagens de se comprar através de lojas virtuais entre janeiro e julho desse ano pertencem a classe C.

A questão agora é possibilitar a inclusão digital de cada vez mais brasileiros, através da continuidade da redução dos preços de computadores e disponibilidade de internet banda larga de qualidade e baixo custo. Pois mais de 86% das pessoas que já compraram pela rede estão satisfeitas, continuarão a comprar e indicarão as compras pela web para as outras pessoas que estão chegando.

saiba mais





59% dos 2 milhões de novos e-consumidores que experimentaram das vantagens de se comprar através de lojas virtuais entre janeiro e julho desse ano pertencem a classe C

Com o aumento do número de internautas brasileiros de classes mais baixas e a popularização do comércio eletrônico as projeções de vendas para o final de ano são motivadoras. O ingresso da classe C no comércio eletrônico está sendo favorecida pela redução dos preços de computadores, conexão à internet e facilidade na aquisição de cartões de crédito. Essa nova legião de compradores digitais promete engrossar o volume de vendas no final desse ano.

De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a chamada classe C é caracterizada por pessoas com renda familiar entre R$ 1.115 e R$ 4.807 por mês. A projeção é que no final do ano as vendas pelas internet aumente em 30% em relação ao mesmo período de 2008. Com o acesso fácil ao computador, internet e munidos de cartão de crédito, a expectativa é de que esses novos e-consumidores se aventurem pelas compras virtuais motivados pela comodidade de comprar sem precisar sair de casa, enfrentar filas, trânsito e ainda contar com uma grande variedade de produtos e facilidade de pagamento.

saiba mais





Comprar pela internet tem se tornado hábito cada vez mais comum entre os consumidores brasileiros. De acordo com estudo feito pelo e-Bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), setor da Câmara-e.net, no mês de agosto, a aquisição de itens pela rede foi aprovada por 87,29% dos consumidores brasileiros que usaram a rede no período, desempenho superior ao registrado em julho (87,02%), que já havia sido o maior desde o início da realização da pesquisa, em janeiro deste ano.

O estudo foi feito com mais de 128 mil pessoas em mais de 1.800 lojas virtuais do Brasil entre os dias 1 e 31 de agosto. Os critérios avaliados foram facilidade para comprar, seleção de produtos, informação, navegação, entrega no prazo, qualidade dos produtos e do atendimento, política de privacidade e manuseio e envio dos artigos comercializados.

David Reck, diretor da Enken, agência especializada em comunicação digital, explica que há alguns passos para chegar ao sucesso ao abrir uma loja virtual. De acordo com o executivo é muito importante que o empresário defina seus objetivos e a estratégia que será adotada, definindo quais linhas de produtos irá trabalhar, volume de investimento, formas de divulgação, como será realizada a operação logística, que é um dos pontos mais importantes do e-commerce, área de atendimento, entre outros aspectos.

saiba mais





As práticas de negociação do varejo tradicional estão em expansão entre as lojas virtuais como Extra.com.br e Lojas Colombo, que veem crescer o número de fornecedores que aderem às verbas de marketing cooperadas, transferindo uma parcela do investimento realizado nos pontos-de-venda para o ambiente virtual. As vantagens nas negociações chegam até os enxovais – remessas de produtos grátis dados pela indústria, como em abertura de lojas -, mas em menor proporção.

De acordo com Luiz Góes, sócio sênior da consultoria especializada em varejo GS&MD Gouvêa de Souza, o Magazine Luiza e a B2W (Americanas.com, Submarino e Shoptime) são exemplos de empresas que avançam nas estratégias de marketing realizadas com a indústria.

Na Lojas Colombo, a quarta maior rede de móveis e eletrodomésticos, o braço do comércio eletrônico (e-commerce) também tem se beneficiado de negociações com a indústria e atraído mais parcerias em comparação com as lojas físicas. A Sony, por exemplo, lançava produtos exclusivos nas lojas, mas optou por fazê-lo no site, comprando espaços por preços mais acessíveis.

saiba mais





Essa é uma que a maioria dos pequenos varejistas se faz. Porém a pergunta correta a ser feita é como investir, como balancear os investimentos e encontrar a medida certa na geração de demanda para o seu e-Commerce. Cada modelo de negócio é diferente entre si, o que exige dos gestores controle cada vez mais próximo das ações de marketing, mas existem algumas pistas a serem seguidas:

1 – Faça benchmark: Analise o seu mercado, e veja quem são os maiores vendedores pela Internet em seu segmento. Analise o que eles fazem, onde anunciam e com que freqüência, essa é a primeira dica, certamente a estratégia dos maiores já está baseada em resultado.

2 – Defina sua verba: Antes de começar a investir defina sua verba. Provavelmente o valor a ser investido deve vir de uma equação de volume de vendas, margem de vendas e projeção de tráfego.

saiba mais





Pagina 4 de 512345